quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Existência

“O que faz de você um mero ser?
O ser de apenas existir, outrora o concreto ser.
Se basta apenas caminhar na estrada contínua,
Para que serve os delírios inconstantes?

Ter consciência dos atos
Não significa premeditar todos os resultados.
O mérito é válido, qualquer que seja
Se alcançado é lindo!

Contudo só é válido
Só é válido se for seu
Seu intuito, sua alma, seu tudo,
Ou fim.

Vale mais um final próprio
Em contrapartida a uma glória alheia.
Vontade insana consciente,
A um mero desejo fugaz.

O que é seu te faz ser.
Pensamento emprestado é fraude.
Aonde há ideia, há um plano,
Seu.”

(Gabriela Camargo)

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