“Diga-me, para que ?
Para que essa agonia ?
Para que essa pressão ?
Padrão infeliz que nos leva a ruína!
Somos vítimas de tempo, um tempo corriqueiro.
Tempo maldito de forças indomáveis
Moldado pelo escrúpulo ditador !
Que censura a liberdade e mascara o desejo
Teoria de democracia perfeita, ação de um regime!
Uma lavagem cerebral precisa ser executada para assimilar..
Assimilar que:
Não há hora, não há tempo, não há limite!
As mais belas coisas não ocorrem no tempo certo,
Na realidade é,pois, que o tempo é certo que elas se sucedem.
E fim !
Não há o que ditar !
Entretanto, multidões movem-se pela traição de um padrão,
veja que imposição acéfala!
Revolta apenas naqueles que
Sabem pensar por si
e unicamente pelo próprio discernimento..
Infelizmente.
Diga-me: um bebê prematuro é totalmente saudável ?
Não !
Pois então para que apressar o nascimento
De um desejo inconsciente ?
Sendo que o mesmo não estará em perfeito estado ?
Antes a rebelar-se por algo futuro
a lamentar-se pelos vestígios falhos.
E que seja assim, por fim e sem fim
Não há pressa. ”
Gabriela Camargo
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